O Cronovisor, um dispositivo que supostamente permite ao usuário ver através do tempo, é uma das lendas mais intrigantes associadas ao Vaticano. Criado pelo padre italiano Pellegrino Ernetti, o Cronovisor é dito como uma combinação de ciência e mistério, capaz de documentar eventos históricos, incluindo a crucificação de Jesus Cristo.

Origens e Controvérsias
Ernetti, um monge beneditino, afirmou ter desenvolvido o Cronovisor com a ajuda de 12 cientistas, incluindo o físico Enrico Fermi e o ex-cientista nazista Wernher von Braun. Composto de raios catódicos, antenas e metais, o dispositivo recebia sinais de som e luz em todos os comprimentos de onda, funcionando mais como uma “janela para o passado” do que uma máquina do tempo convencional.
- Origens e Controvérsias
- Pouco antes de morrer, Ernetti escreveu uma carta aberta reiterando inflexivelmente que o dispositivo era real. Ele afirmou que “o Papa Pio XII nos proibiu de divulgar quaisquer detalhes sobre este dispositivo porque a máquina era muito perigosa. Pode restringir a liberdade do homem.”
- O cronovisor foi supostamente construído por um ganhador do Prêmio Nobel e um engenheiro da NASA.
Ernetti alegou ter testemunhado eventos históricos e bíblicos significativos, como o discurso de Cícero ao senado romano e a crucificação de Cristo. Suas declarações ganharam notoriedade quando a revista italiana “La Domenica del Corriere” publicou um artigo em 1972, intitulado “Uma máquina que fotografa o passado foi finalmente inventada”, incluindo uma suposta fotografia do dispositivo mostrando a crucificação de Jesus.

Segundo Ernetti, o aparelho possuía diversas antenas, três das quais feitas de metais “misteriosos” que captavam ondas sonoras e luminosas em todos os seus respectivos espectros.

Ernetti afirmou até à sua morte em 1994 que a máquina tinha sido escondida pelo Vaticano para evitar que caísse em mãos erradas. Curiosamente, o Vaticano decretou em 1988 que “qualquer pessoa que utilizasse um instrumento com tais características seria excomungada”.
Pouco antes de morrer, Ernetti escreveu uma carta aberta reiterando inflexivelmente que o dispositivo era real. Ele afirmou que “o Papa Pio XII nos proibiu de divulgar quaisquer detalhes sobre este dispositivo porque a máquina era muito perigosa. Pode restringir a liberdade do homem.”
Apesar das alegações fascinantes de Ernetti, muitas de suas reivindicações foram desmascaradas. Críticos argumentam que a suposta fotografia de Jesus era uma reprodução barata de uma estátua. Além disso, a revista “Paracelsus” em 1996 questionou por que Ernetti nunca publicou instruções detalhadas sobre como construir o dispositivo, e apontou que o design do Cronovisor se assemelhava a um dispositivo em uma novela de ficção científica de 1947.

A história do Cronovisor permanece um mistério do Vaticano, com algumas fontes alegando que Ernetti confessou ter fabricado toda a história antes de sua morte em 1994, embora isso continue sendo contestado. Assim, o Cronovisor sobrevive como um mistério cativante, um exemplo da linha tênue entre a ficção e a realidade.
O cronovisor foi supostamente construído por um ganhador do Prêmio Nobel e um engenheiro da NASA.

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